0
views
0
recommends
+1 Recommend
1 collections
    0
    shares
      • Record: found
      • Abstract: found
      • Article: found
      Is Open Access

      Novos registros de Sphaenorhynchus canga (Amphibia, Anura, Hylidae) no Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais, Sudeste do Brasil

      , , ,

      Neotropical Biology and Conservation

      Pensoft Publishers

      Read this article at

      ScienceOpenPublisher
      Bookmark
          There is no author summary for this article yet. Authors can add summaries to their articles on ScienceOpen to make them more accessible to a non-specialist audience.

          Abstract

          A perereca Sphaenorhynchus canga foi recentemente descrita, com distribuição geográfica restrita, na borda leste do Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais. A espécie foi originalmente registrada em cinco lagoas ou poças naturais em área de campo rupestre ferruginoso (canga), na região da Chapada de Canga e entorno. A partir de amostragens em campo e análise de coleção científica, são apresentados novos registros geográficos da espécie. Sphaenorhynchus canga foi registrado em sete novas localidades de corpos d’água lênticos, tanto naturais quanto antrópicos (pequenas represas), em áreas de campo rupestre ferruginoso e floresta estacional semidecidual antropizada. Como a descrição da espécie baseou-se apenas em machos, apresenta-se a morfometria das fêmeas analisadas, que se apresentaram maiores que machos. Seis localidades situam-se externamente aos limites da Chapada de Canga, mas S. canga continua sendo endêmico do Quadrilátero Ferrífero. São discutidos possíveis padrões de distribuição de S. canga e a influência da distribuição geográfica conhecida e da plasticidade ecológica sobre ameaças à espécie.

          Related collections

          Most cited references 8

          • Record: found
          • Abstract: found
          • Article: not found

          Twenty years of phylogeography: the state of the field and the challenges for the Southern Hemisphere.

          Phylogeography is a young, vigorous and integrative field of study that uses genetic data to understand the history of populations. This field has recently expanded into many areas of biology and also into several historical disciplines of Earth sciences. In this review, I present a numerical synthesis of the phylogeography literature based on an examination of over 3000 articles published during the first 20 years of the field (i.e. from 1987 to 2006). Information from several topics needed to evaluate the progress, tendencies and deficiencies of the field is summarized for 10 major groups of organisms and at a global scale. The topics include the geography of phylogeographic surveys, comparative nature of studies, temporal scales and major environments investigated, and genetic markers used. I also identify disparities in research productivity between the developing and the developed world, and propose ways to reduce some of the challenges faced by phylogeographers from less affluent countries. Phylogeography has experienced explosive growth in recent years fuelled by developments in DNA technology, theory and statistical analysis. I argue that the intellectual maturation of the field will eventually depend not only on these recent developments, but also on syntheses of comparative information across different regions of the globe. For this to become a reality, many empirical phylogeographic surveys in regions of the Southern Hemisphere (and in developing countries of the Northern Hemisphere) are needed. I expect the information and views presented here will assist in promoting international collaborative work in phylogeography and in guiding research efforts at both regional and global levels.
            Bookmark
            • Record: found
            • Abstract: found
            • Article: found
            Is Open Access

            A vegetação de canga no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais: caracterização e contexto fitogeográfico

            A vegetação nas cangas (afloramentos ferruginosos) abriga dezenas de espécies raras, várias novidades taxonômicas e elevada diversidade alfa e beta. Utilizando um banco de dados constituído por 1.080 táxons de angiospermas, a vegetação associada às cangas no Quadrilátero Ferrífero foi caracterizada a partir dos elementos florísticos, das formas de crescimento e das fisionomias mais frequentes. Analisou-se a distribuição geográfica e os domínios fitogeográficos de 980 espécies. Ainda, com o objetivo de verificar se há distinção entre a vegetação das cangas em relação às de cinco áreas inseridas em sistemas rupestres de Minas Gerais e Bahia, analisou-se a similaridade a partir do número de espécies de 920 gêneros de angiospermas. Em comparação aos sistemas quartzíticos, principalmente os inseridos na Cadeia do Espinhaço, pode-se distinguir a vegetação das cangas pela maior influência de elementos florísticos do domínio Atlântico, maior frequência de sinúsias formadas por árvores e arbustos, riqueza elevada de espécies de gêneros como Solanum e Cattleya e pouca representatividade fisionômica de alguns gêneros típicos dos campos rupestres. Essa distinção parece correlacionar-se com a localização geográfica do Quadrilátero e com as características geomorfológicas e mineralógicas das cangas.
              Bookmark
              • Record: found
              • Abstract: found
              • Article: found
              Is Open Access

              Anurans of the Serra do Caraça, southeastern Brazil: species composition and phenological patterns of calling activity

              Annual patterns of calling and breeding activity of 38 anuran species were studied at Serra do Caraça, an 11,233 ha reserve located in a contact zone between Cerrado and Atlantic forest at the southern Espinhaço range, southeastern Brazil. Five patterns were evident: (1) species that call year-round or nearly year-round with larger aggregations generally observed in the rainy months, (2) species with opportunistic calling activity associated with rainfall during the wettest months of the year, (3) winter species, (4) explosive breeders with intense calling activity triggered by heavy rains during the rainy season or only in the beginning of the rainy season, and (5) summer species with variable breeding seasons. Both the monthly number of species with calling males and the monthly number of species that showed the maximum class of calling males were positively correlated with both mean monthly temperature and monthly precipitation.
                Bookmark

                Author and article information

                Journal
                Neotropical Biology and Conservation
                NBC
                Pensoft Publishers
                2236-3777
                February 06 2020
                February 06 2020
                : 15
                : 1
                : 19-28
                Article
                10.3897/neotropical.15.e48718
                © 2020

                Comments

                Comment on this article