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      Serras e pantanais arenosos: solos e geoambientes em unidade de conservação da Amazônia, Brasil

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          Abstract

          Unidades de conservação representam a principal estratégia para a preservação e recuperação de recursos naturais brasileiros. Para nortear o seu planejamento e gestão, informações relativas aos geoambientes constituem um referencial integrado indispensável. O objetivo deste estudo foi descrever os aspectos pedológicos associados à identificação, caracterização e mapeamento de geoambientes do Parque Nacional Serra da Mocidade, Roraima, norte do Brasil, de forma a subsidiar o manejo ecológico da unidade. Para a estratificação geoambiental foram avaliados os aspectos pedológicos, geomorfológicos e vegetação. Foram descritos e coletados 19 perfis de solos. A caracterização da vegetação foi realizada in loco. Foram descritos quatro pedoambientes, com destaque para os seguintes solos: Espodossolo Humilúvico, Espodossolo Ferri-Humilúvico, Espodossolo Ferrilúvico, Neossolo Quartzarênico, Neossolo Regolítico, Neossolo Flúvico, Plintossolo Háplico, Plintossolo Argilúvico, Gleissolo Melânico e Cambissolo Háplico. Foram identificadas 12 unidades geoambientais. No Parque, destaca-se um contraste entre serras e morrarias da zona florestada e os grandes espaços inundáveis e baixios do pediplano Rio Branco-Rio Negro. Além disso, essa área de conservação possui o mais antigo e, provavelmente, o mais importante conjunto montanhoso granítico-gnáissico do norte amazônico, de grande extensão e topografia complexa. Este estudo evidencia a singularidade de cada geoambiente, subsidiando na definição mais precisa e adequada das formas de manejo do Parque.

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          Biodiversity and Conservation of Plants in Brazil

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            Uma revisão geral sobre o clima da Amazônia

            Este trabalho busca apresentar, de uma maneira compacta, os principais resultados científicos já alcançados pela comunidade brasileira e mundial sobre pesquisas na Amazônia. Aborda-se o paleoclima da região, bem como as características atuais, em termos de temperatura do ar e da distribuição de chuvas. São discutidos os principais sistemas atmosféricos atuantes na região, tais como linhas de instabilidade, brisa fluvial, teleconexões com El-Niño, interação com sistemas frontais no sul do país, friagens, além da variabilidade do clima nas escalas interanuais e de longo-prazo. Tendo em vista as altas taxas de desmatamento em algumas partes da Amazônia, são discutidos as principais modificações microclimáticas e resultados obtidos por simulações numéricas devido à substituição de floresta tropical por áreas de pastagens. Finalizando, é apresentado um resumo dos vários experimentos micrometeorológicos que ocorreram na Amazônia nas últimas duas décadas.
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              Brazilian latosols and their B horizon microstructure as long-term biotic constructs

              This paper discusses micropedological evidence for the biological formation of microstructure in tropical soils, placing emphasis on latosol (oxisol) formation promoted by termite activity. The microstructure of selected latosols from Brazil was investigated using standard chemical and physical methods, optical microscopy, and high resolution scanning electron microscopy coupled with energy-dispersive X-ray analysis to provide microchemical analysis of discrete microaggregates in thin section. The results showed that, in spite of great variability of parent materials, the B horizon of these soils displayed uniform microgranular structure, with little lithodependence and no apparent relationship to particle-size. Lithorelicts of oval pellets of 100–1000 mm diameter, similar to those in the B horizon, were observed in the upper parts of the C horizon (saprolite). In addition, microparticles of charcoal (<50 m) were found in the inner microaggregates. The basic skeleton of the inner microaggregates was formed of quartz grains, generally smaller than 100 mm diameter. In contrast, the quartz grains of the soil skeleton ranged between 30 and 5000 mm. These microaggregates were not distinguishable from those built by termites on shallowsaprolite. I present a general model of latosol genesis, which considers the close interdependence between the advent of angiosperm-dominated landscapes, neotectonics, and the synchronous appearance of termites and latosols on tropical land, dating back to late Cretaceous/early Tertiary times. The microaggregation of latosols is viewed as a long-term strategy favouring physical characteristics to counteract the irreversible trend of increasing nutrient losses. The degree of microaggregation appears related to high gibbsite and Fe-oxide concentrations, although these minerals are not responsible for microaggregate formation. However, it is postulated that gibbsite and Fe-oxides are associated only with the persistence of microaggregates in tropical soils. Because of a tendency to form face-to-face structures, kaolinite does not favour the microaggregation phenomenon, and hence, highly kaolinitic latosols display coalesced aggregates.
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                Journal
                Neotropical Biology and Conservation
                NBC
                Pensoft Publishers
                2236-3777
                February 06 2020
                February 06 2020
                : 15
                : 1
                : 43-69
                Article
                10.3897/neotropical.15.e49221
                © 2020

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