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      Boas Práticas na atenção obstétrica e sua interface com a humanização da assistência Translated title: Buenas Prácticas en la atención obstétrica y su interrelación com la huamanización de la asistencia Translated title: Good Partices in obstetric care and its interface with humanization of assistance

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          Abstract

          RESUMO Objetivo analisar as boas práticas adotadas na atenção à mulher e ao recém-nascido, em uma maternidade pública baiana, apoiada pela Rede Cegonha. Método estudo descritivo com abordagem quantitativa, do tipo retrospectivo, a partir de dados secundários. A pesquisa documental foi realizada em prontuários de 337 mulheres, em setembro de 2015. O projeto obteve a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da organização hospitalar, com o parecer consubstanciado nº 1.185.928/2015. Resultados as mulheres do estudo predominaram entre 20 a 35 anos, a maioria negra e parda, com ensino médio e primípara. Identificou-se o uso das seguintes boas práticas: presença de acompanhante (79,2%), métodos não farmacológicos para o alívio da dor (23,1%), contato pele a pele imediato (51,6%) e amamentação na sala de parto (38%). A maioria dos partos (95,3%) foi assistida por médicos. Conclusão dentre as boas práticas analisadas, apenas a presença de acompanhante e o contato pele e pele ocorreu com a maioria das mulheres. As demais apresentaram baixa adesão. É preciso empenho da organização e da equipe para que as boas práticas sejam efetivamente adotadas.

          Translated abstract

          RESUMEN Objetivo analizar las buenas prácticas adoptadas en el cuidado de la mujer y el recién nacido en un hospital público de Bahía apoyado por la Rede Cegonha. Método es un estudio descriptivo y retrospectivo con enfoque cuantitativo, basado en datos secundarios. La investigación documental utilizó los registros médicos de 337 mujeres, en septiembre de 2015. El estudio fue aprobado por el Comité de Ética en Investigación del hospital (registrado como número 1185928/2015). Resultados las mujeres predominantes en el estudio fueron de 20 a 35 años, afrodescendientes, con educación secundaria y en el primer parto. Se identificó el uso de las siguientes buenas prácticas: presencia de acompañante (79,2%), métodos no farmacológicos de alivio del dolor (23,1%), contacto inmediato piel a piel (51,6%) y lactancia materna en la sala de partos (38%). La mayoría de los partos (95,3%) fueron atendidos por médicos. Conclusión entre las buenas prácticas analizadas, solo la presencia del compañero y el contacto piel con piel ocurrió con la mayoría de las mujeres. Los otros tenían poca adherencia. Es necesario el compromiso de la organización y el equipo para hacer que las buenas prácticas se adopten efectivamente.

          Translated abstract

          ABSTRACT Objective to analyze good practices adopted in caring for the woman and the newborn in a public hospital from Bahia supported by Brazilian Rede Cegonha. Method it is a descriptive and retrospective study with a quantitative approach, based on secondary data. The documental research used the medical records of 337 women, on September 2015. The study was approved by the Research Ethics Committee of the hospital (registered as number 1185928 / 2015). Results the predominant women in the study were 20 to 35 years old, afrodecendents, with high school education and in the first parturition. It was identified the use of the following good practices: the presence of companion (79,2%), non-pharmacological methods of pain relief (23,1%), immediate skin-to-skin contact (51,6%) and breastfeeding in the delivery room (38%). Most of parturition (95,3%) were assisted by doctors. Conclusion among the good practices analyzed, only the presence of companion and skin to skin contact occurred with the majority of women. The others had low adherence. It is necessary the commitment from the organization and the team in order to make good practices effectively adopted.

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          Intervenções obstétricas durante o trabalho de parto e parto em mulheres brasileiras de risco habitual

          Este artigo avaliou o uso das boas práticas (alimentação, deambulação, uso de métodos não farmacológicos para alívio da dor e de partograma) e de intervenções obstétricas na assistência ao trabalho de parto e parto de mulheres de risco obstétrico habitual. Foram utilizados dados da pesquisa Nascer no Brasil, estudo de base hospitalar realizada em 2011/2012, com entrevistas de 23.894 mulheres. As boas práticas durante o trabalho de parto ocorreram em menos de 50% das mulheres, sendo menos frequentes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-oeste. O uso de ocitocina e amniotomia foi de 40%, sendo maior no setor público e nas mulheres com menor escolaridade. A manobra de Kristeller, episiotomia e litotomia foram utilizada, em 37%, 56% e 92% das mulheres, respectivamente. A cesariana foi menos frequente nas usuárias do setor público, não brancas, com menor escolaridade e multíparas. Para melhorar a saúde de mães e crianças e promover a qualidade de vida, o Sistema Único de Saúde (SUS) e, sobretudo o setor privado, necessitam mudar o modelo de atenção obstétrica promovendo um cuidado baseado em evidências científicas.
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            Implementação da presença de acompanhantes durante a internação para o parto: dados da pesquisa nacional Nascer no Brasil

            As evidências sobre os benefícios do apoio contínuo durante o parto levou à recomendação de que este apoio deve ser oferecido a todas as mulheres. No Brasil, ele é garantido por lei desde 2005, mas os dados sobre a sua implementação são escassos. Nosso objetivo foi estimar a frequência e fatores sociodemográficos, obstétricos e institucionais associados à presença de acompanhantes durante o parto na pesquisa Nascer no Brasil. Foi feita análise estatística descritiva para a caracterização dos acompanhantes (em diferentes momentos do tempo da internação), fatores maternos e institucionais; as associações foram investigadas em modelos bi e multivariada. Vimos que 24,5% das mulheres não tiveram acompanhante algum, 18,8% tinham companhia contínua, 56,7% tiveram acompanhamento parcial. Preditores independentes de não ter algum, ou parcial, foram: menor renda e escolaridade, cor parda da pele, usar o setor público, multiparidade e parto vaginal. A implementação do acompanhante foi associada com ambiência adequada e regras institucionais claras sobre os direitos das mulheres ao acompanhante.
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              Práticas de atenção hospitalar ao recém-nascido saudável no Brasil

              O objetivo do estudo foi avaliar o cuidado ao recém-nascido saudável a termo e identificar variações nesse cuidado no atendimento ao parto e na primeira hora de vida. Utilizou-se a base de dados da pesquisa Nascer no Brasil. Foram estimadas as razões de produtos cruzados OR brutas e ajustadas entre as características do hospital, maternas e de assistência ao parto com os desfechos: aspiração de vias aéreas e gástrica, uso do oxigênio inalatório, uso de incubadora, contato pele a pele, alojamento conjunto e oferta do seio materno na sala de parto e na primeira hora de vida. Foi observada grande variação das práticas usadas na assistência ao recém-nascido a termo na sala de parto. Práticas consideradas inadequadas como uso de oxigênio inalatório (9,5%), aspiração de vias aéreas (71,1%) e gástrica (39,7%) e uso de incubadora (8,8%) foram excessivamente usadas. A ida ao seio na sala de parto foi considerada baixa (16,1%), mesmo nos hospitais com título de Hospital Amigo da Criança (24%). Esses resultados sugerem baixos níveis de conhecimento e aderência às boas práticas clínicas.
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                Journal
                reuerj
                Revista Enfermagem UERJ
                Rev. enferm. UERJ
                Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, RJ, Brazil )
                0104-3552
                January 2019
                : 25
                : 0
                Affiliations
                [1] Bahia orgname Brasil larisse_ferreira@ 123456hotmail.com.
                [3] orgnameUniversidade do Porto Portugal rvelozo2009@ 123456gmail.com.
                [2] Salvador Bahia orgnameUniversidade Federal da Bahia orgdiv1Faculdade Ruy Barbosa/Devry Brasil Brazil qprodrigues@ 123456gmail.com.
                Article
                S0104-35522017000100376
                10.12957/reuerj.2017.26442
                b9bbfc3d-9759-457f-a9cd-4d3f539854bb

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